Simulação Básica
O ponto de partida: ambientes imersivos com fluxos de treinamento guiados, validação de aprovados e reprovados e relatórios básicos. Ideal para a integração de segurança, a familiarização com a unidade e a identificação de riscos.

Risco zero no treinamento. Medo zero na execução.
A Rysax constrói simuladores de VR hiper-realistas e premiados, que recriam a sua unidade, os seus equipamentos e os seus procedimentos, para que as suas equipes dominem operações críticas antes de enfrentá-las ao vivo.
Até 80% dos acidentes industriais envolvem erro humano. Não é falha de equipamento, não é falha de projeto: são pessoas que não estavam adequadamente preparadas para o momento em que se encontraram.
O problema não é falta de esforço. É uma limitação estrutural no modo como o treinamento é realizado hoje. Os cenários que mais importam, desvios de processo, paradas de emergência, falhas de equipamento sob pressão, são exatamente os perigosos demais para praticar na vida real. O acesso a equipamentos reais para treinamento é limitado, caro e atrapalha a operação. E a sala de aula não reproduz a complexidade de uma unidade industrial em operação.
Então as equipes treinam na teoria. E encontram a realidade pela primeira vez no campo.
As horas de treinamento são um recurso escasso. No Brasil, as empresas investem, anualmente, muito tempo e dinheiro em treinamento de colaboradores. Cada hora investida precisa ser efetiva, e boa parte se perde em logística: deslocamentos, instalações, equipes fora do posto, muitas vezes longe do equipamento que realmente opera.
Depois, as pessoas treinadas vão embora. Análises com base em dados do CAGED apontam rotatividade acima de 50% ao ano no mercado formal brasileiro, com mais de 9 milhões de pedidos de demissão em doze meses. Repor um profissional qualificado custa de um terço a duas vezes o salário anual dele, e cada saída zera o treinamento.
E a rotatividade agrava o que mais dói perder: o conhecimento tácito. O procedimento diz o que fazer. A experiência carrega o resto: como a unidade realmente se comporta sob estresse, o que aquele barulho significa, os pequenos ajustes que fazem o procedimento funcionar no mundo real. Esse conhecimento mora na cabeça das pessoas mais experientes, e sai pela porta com eles. E repor não é simples: entre as indústrias brasileiras que sofrem com a escassez de mão de obra qualificada, 96% não encontram operadores. Segundo o Mapa do Trabalho Industrial, três em cada cinco trabalhadores da indústria precisarão ser treinados até 2027.

O Treinamento Imersivo Hiper-Realista da Rysax abrange todo o espectro da simulação de treinamento industrial. Começa simples: cenários guiados, construídos a partir dos seus procedimentos e materiais de referência, rodando em headsets comerciais e em computadores comuns, implantados sem tocar na sua operação. E vai tão longe quanto o seu programa precisar: suas áreas reais escaneadas a laser para o interior do simulador, modelagem 3D de nível de engenharia, realismo de estúdio de games e, no topo, painéis de controle físicos que replicam seus equipamentos reais.
Seja qual for a porta de entrada, a disciplina é a mesma. Todo projeto é entregue em duas formas: o simulador imersivo em VR e uma versão desktop do mesmo treinamento para Windows, para que cada profissional, cada unidade e cada orçamento tenham um caminho. E, lá dentro, suas equipes podem fazer o que nenhuma unidade permitiria: errar com segurança. Repetir a manobra crítica vinte vezes. Disparar a emergência. Praticar a parada até que ela vire rotina.
Treinar sem risco. Repetir sem impacto operacional. Aprender com a falha antes que ela aconteça no mundo real.
Steelie Award 2023 da Worldsteel: Excellence in Education and Training. O simulador de operações de lingotamento contínuo que a nossa equipe desenvolveu em parceria com a Ternium recebeu o reconhecimento da World Steel Association pela excelência em treinamento, em um setor que opera alguns dos processos mais perigosos do planeta.
A mesma equipe já entregou simuladores por toda a indústria pesada, de programas de integração à resposta a emergências, em ambientes onde um erro de treinamento no campo custa muito mais do que qualquer programa de treinamento.
Todo nível entrega o simulador em VR e a versão desktop para Windows, nos idiomas de que a sua força de trabalho precisa, em uma assinatura que mantém os cenários atualizados.
E a escada é o ponto. Muitas iniciativas de VR na indústria empacam como pilotos impressionantes que nunca viram programas. Os níveis existem para que a sua não empaque: comece no nível de que a sua operação precisa hoje, prove o valor com as suas próprias métricas e suba sem recomeçar.
O ponto de partida: ambientes imersivos com fluxos de treinamento guiados, validação de aprovados e reprovados e relatórios básicos. Ideal para a integração de segurança, a familiarização com a unidade e a identificação de riscos.
Operação interativa de equipamentos e cenários de procedimentos, com pontos de decisão e pontuação de desempenho. Feito para procedimentos de partida e parada, rotinas de manutenção e bloqueio e etiquetagem (LOTO).
Sistemas complexos, cenários dinâmicos de processo e simulações controladas pelo instrutor, opcionalmente construídas sobre escaneamento a laser das suas áreas reais, para fidelidade total à unidade. Feito para resposta a emergências, desvios de processo e preparação de paradas.
O programa completo: um gêmeo digital da unidade inteira com comportamento físico dos equipamentos, treinamento multifunção, feedback com IA, cabines físicas opcionais e implantação em múltiplas unidades.
Deixe seus dados e receba o nosso Guia de Investimento em Treinamento VR: o que cada nível inclui, o que define o investimento e por onde programas como o seu costumam começar.
Baixe o guia de investimentoNão. Os níveis 1 e 2 são construídos a partir dos seus procedimentos, materiais de referência e imagens da unidade, começando hoje, sem escaneamento. O escaneamento a laser entra como opção no nível 3, e o gêmeo digital completo define o nível 4. E quando existe um gêmeo digital da sua unidade, ou quando construímos um em paralelo, suas equipes treinam em uma réplica fiel da própria área: as mesmas plataformas, as mesmas válvulas, as mesmas rotas de fuga que vão usar na vida real.
Cada cenário mede desempenho: pontuação automática, rastreamento de decisões e avaliações de prontidão por pessoa. Você define o que significa “apto a realizar o trabalho”; o simulador mede cada profissional em relação a esse padrão. Você enxerga quem está pronto, quem precisa de mais uma rodada e como o time inteiro evolui, com registros que resistem a auditorias.
Resultados, pontuações e registros de prontidão ficam disponíveis na plataforma e podem ser exportados. A integração com o seu LMS (sistema de gestão de aprendizagem) está disponível como opção, dimensionada durante a implantação.
Não. Ela os arma. A VR assume cenários perigosos, raros ou caros demais para encenar na vida real; a sala de aula e o treinamento em campo mantêm seus papéis. E a partir do nível 3, os instrutores podem controlar a simulação ao vivo, disparando falhas e escalando cenários, o que torna seus profissionais mais experientes, os donos do programa, não os substituídos por ele.
Nós construímos o treinamento; não vendemos hardware. Os simuladores rodam em headsets de VR comerciais, que você compra em qualquer lugar, e recomendamos a configuração certa para a sua escala, sem amarras. E, em todos os níveis, há uma versão desktop para Windows, que roda em computadores comuns, sem headset nenhum.
Sim. Os cenários são guiados, a curva de aprendizado é de minutos, e a versão desktop dá aos mais hesitantes um caminho familiar. O pessoal de campo costuma ser o mais rápido a adotar, não o mais lento.
Sob medida, por princípio. Cada simulador é construído a partir dos seus procedimentos, dos seus equipamentos e dos seus cenários, porque conteúdo genérico de treinamento produz comportamento genérico, e em operações críticas os detalhes são o treinamento. Elementos comprovados em programas anteriores aceleram a construção, mas o que as suas equipes treinam é a sua operação, não uma aproximação dela.
Esse é o desenho. O modelo de assinatura existe para o seu programa crescer: novos cenários, novos equipamentos, novas unidades, sem recomeçar do zero.
Seus cenários mudam junto. Unidade industrial não fica parada: procedimentos são revisados, equipamentos são trocados, áreas mudam. Um simulador que ainda mostra o procedimento do ano passado é pior do que nenhum, porque treina o comportamento errado. Manter os cenários atualizados faz parte da assinatura, não é um novo projeto.
Não. A assinatura é o modelo que mais entrega para a maioria dos programas: mantém os cenários atualizados, dilui o investimento e deixa o programa crescer sem novas rodadas de contratação. Mas cada empresa compra de um jeito. Se a sua organização trabalha por projeto, estruturamos o contrato assim, com atualizações de cenários contratadas conforme a necessidade.

Agende uma demonstração e veja os simuladores ao vivo, de headset na cabeça. Traga o seu problema de treinamento mais difícil: um procedimento, um cenário, uma unidade. Vamos mostrar como ele fica em VR.